no desempenho das funções, através de um Despacho
datado de 28 de Junho.
A cargo do secretário de Estado adjunto do ministro da
Saúde, Fernando Leal da Costa, ficam o Alto-Comissaria‑
do para a Saúde, a Direcção-Geral da Saúde, exceptuando
a área do planeamento estratégico em saúde, a Autori‑
dade para os Serviços de Sangue e Transplantação, a Ad‑
ministração Central do Sistema de Saúde, nas matérias
relativas ao Sistema Integrado de Gestão de Inscritos
para Cirurgia e a Consulta a Tempo e Horas, o Instituto
Nacional de Emergência Médica, o Instituto Português
do Sangue, o Instituto da Droga e Toxicodependência, o
Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, as Admi‑
nistrações Regionais de Saúde, nas áreas de Cuidados
Continuados Integrados, bem como da Saúde Pública, e
ainda todas as matérias respeitantes às áreas relativas
aos Centros de Histocompatibilidade, designadamente
no que diz respeito a assegurar os estudos laboratoriais
de doentes necessários à transplantação de órgãos, te‑
cidos e células, a manutenção do Centro de Dadores de
Células de Medula Óssea, Estaminais ou do Cordão Um‑
bilical, a manutenção de uma aplicação informática para
a gestão da lista de espera para transplantação e a se‑
lecção do par dador/receptor, a Unidade de Missão para
os Cuidados Continuados e as Coordenações Nacionais
para as Doenças Oncológicas, Saúde Mental, Doenças
Cardiovasculares e Infecção VIH/sida. No caso específico
do Alto Comissariado para a Saúde, em virtude da ces‑
sação de funções de Maria do Céu Machado em 2 de
Abril, as competências foram delegadas no alto comissá‑
rio da Saúde adjunto, Ponciano Oliveira. O secretário de
Estado adjunto do ministro da Saúde assume, ainda, a
responsabilidade de coordenação e articulação das acti‑
vidades de investigação do Ministério da Saúde.
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Carlos Maurício Barbosa com o secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira
O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, em decla‑
rações à Lusa, revelou “ter expectativas positivas” em
relação ao novo ministro da Saúde, Paulo Macedo.
Confirmando a sua esperança num bom desempenho
por parte do agora responsável por uma pasta tão sen‑
sível na vida dos cidadãos, o bastonário salientou que
“a nomeação de Paulo Macedo dá aos operadores do
sector da saúde e aos portugueses em geral a garan‑
tia de uma cultura de exigência e rigor no Ministério da
Saúde. Paulo Macedo tem de facto um percurso pro‑
fissional de grande valor, com provas dadas tanto no
sector público como no privado. Tem perfil de gestor.
Vamos ter, portanto, um ministro da Saúde gestor, o
que nas actuais circunstâncias do País é natural, dado
o peso que a área da saúde tem nas finanças públicas.
Espero e desejo que o novo ministro da Saúde tenha a
sensibilidade que o seu Ministério requer devido à im‑
portância das vertentes social e humana”.
Pronunciando-se sobre os novos secretários de Estado
da Saúde, Maurício Barbosa foi igualmente positivo nas
suas apreciações, considerando que ambos são “pro‑
fundos conhecedores do sistema de saúde português”.
Ainda acrescentou que, na linha das suas afirmações so‑
bre a nomeação de Paulo Macedo, estava certo de que os
novos secretários de Estado “também saberão cultivar a
exigência e o rigor, valores bem necessários no Ministério
da Saúde”, tendo por isso “expectativas positivas” em re‑
lação aos novos governantes do Ministério da Saúde.
Bastonário dos farmacêuticos
“com expectativas positivas”