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Em poucos meses, a realidade política do país alterou-se profundamente. O
governo PS deu lugar a um governo de maioria, formado pela coligação do
PSD com o CDS-PP. E a imposição das medidas acordadas com a
troika
trouxe
aos portugueses a certeza de que o caminho para a estabilidade passa pela
contenção financeira em todos os domínios, incluindo na saúde. Algumas
mudanças foram já efectuadas e perspectivam-se outras, designadamente no
sector do medicamento e na rede hospitalar.
Actualidade nacional
Novo governo
Novas políticas na saúde
A vitória eleitoral do PSD deu lugar à formação de uma
coligação governamental com o CDS-PP e à liderança
de Pedro Passos Coelho do novo executivo.
A cerimónia de posse aconteceu a 21 de Julho, na Sala
dos Embaixadores do Palácio de Belém, prolongando­
‑se por uma hora, com os respectivos discursos do Pre­
sidente da República e do novo primeiro-ministro. Nesse
mesmo dia, realizou-se a primeira reunião do Conselho
de Ministros.
Este é o governo mais reduzido dos 1 formados
desde 1 76, contando com 11 ministros, dos quais
Paulo Macedo assume a pasta da Saúde do XIX Governo Constitucional
dois são ministros de Estado: Vítor Gaspar (Finanças)
e Paulo Portas (Negócios Estrangeiros). José Pedro
Aguiar Branco (Defesa), Miguel Macedo (Administra‑
ção Interna), Paula Teixeira da Cruz (Justiça), Miguel
Relvas (ministro adjunto e dos Assuntos Parlamen‑
tares), Álvaro Santos Pereira (Economia e Emprego),
Assunção Cristas (Agricultura, Mar, Ambiente e Orde‑
namento do Território), Paulo Macedo (Saúde), Nuno
Crato (Educação e Ensino Superior) e Pedro Mota
Soares (Solidariedade e Segurança Social) completam
o elenco governativo.
Miguel A. Lopes/Lusa