ROF n.º117 Out/Dez 2015 - page 115

O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos (OF) visitou,
no dia 17 de Dezembro, o Centro Hospitalar (CH) da Cova
da Beira, na Covilhã, onde foi recebido pelo presidente do
Conselho de Administração (CA), Miguel Castelo­‑Branco,
pelos vogais do CA, Vasco Lino e a enfermeira directora
Arminda Pinto, e pela directora dos Serviços Farmacêuti‑
cos, Olímpia Fonseca.
A visita ao CH Cova da Beira iniciou­‑se com uma sessão
de boas­‑vindas promovida pelo CA, após a qual o dirigente
da OF foi conduzido pela directora dos Serviços Farmacêu‑
ticos numa visita pelas diferentes áreas de actividade e
valências dos serviços farmacêuticos. Neste âmbito, Car‑
los Maurício Barbosa contactou com os dez farmacêuti‑
cos que integram o quadro de pessoal daquela unidade
e saudou toda a equipa pelo trabalho desenvolvido. O
bastonário enalteceu os elevados padrões de qualidade
com que trabalham e o facto de ser dada prioridade à se‑
gurança dos doentes em todas as acções, em linha com a
política definida com o CA para toda a unidade hospitalar.
Após esta visita, o bastonário voltou a reunir com o pre‑
sidente do Conselho de Administração (CA) e a directora
dos Serviços Farmacêuticos, tendo prestado homena‑
gem ao presidente do CA pelo relevante serviço presta‑
do pelo Hospital à população do interior do País. Carlos
Maurício Barbosa afirmou que esta é "uma boa unidade
do Serviço Nacional de Saúde. Trata­‑se de um hospital
distrital mas, pela sua dimensão, orgânica e serviços é
Recebido pelo Conselho de Administração
Bastonário visitou Centro Hospitalar da
Cova da Beira
muito mais do que isso”, disse o dirigente da OF, defen‑
dendo assim a sua reclassificação no âmbito da “reforma
hospitalar que o país deve, urgentemente, fazer”. O bas‑
tonário destacou ainda que a presença e disponibilidade
dos farmacêuticos na unidade em horário mais alargado
deve ter correspondência no aumento do quadro farma‑
cêutico do CH da Cova da Beira.
Em declarações aos órgãos de comunicação locais, o
bastonário destacou também a aposta em ensaios clí‑
nicos feita pelos serviços farmacêuticos. O dirigente da
OF classificou essa “decisão política interna” como um
aspeto positivo, não só para o centro hospitalar, mas
também para a região do interior por “trazer inovação”
para esta zona do país e para os doentes, que passam
a ter acesso a “medicamentos inovadores”. “Parece­
‑me que é um grande trabalho que aqui está a ser fei‑
to como já encontramos em outros grandes hospitais
localizados no litoral”, afirma. Trabalho desenvolvido
pela equipa do CH da Cova da BEira e que segundo o
bastonário é possível equiparar ao realizado em outros
hospitais do litoral, sendo que em alguns parâmetros
o CHCB apresenta “qualidades muito altas e, até por‑
ventura, mais elevada em certos casos”, afirma Carlos
Barbosa. “O que me parece é que estão ao mais alto
nível e no que toca aos serviços farmacêuticos não te‑
nho dúvidas nenhumas que estão num caminho de exi‑
gência”, realçou.
O bastonário foi conduzido pelas diferentes áreas de actividade dos Serviços Farmacêuticos
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