– As dimensões da participação e/ou inclusão do cida‑
dão/doente, nas decisões em saúde, devem considerar
duas realidades: o cidadão e o seu papel; o Estado e
os mecanismos que confere para a participação dos
cidadãos;
– Definir o papel do cidadão/doente nos processos de
decisão relativos ao medicamento.
FINANCIAMENTO E UTILIZAÇÃO
GT Modelo de Comparticipação do Medicamento de
Ambulatório
– Rever/validar as classificações fármaco‑terapêuticas
por escalão;
– Rever os critérios subjacentes à comparticipação das
patologias nos regimes especiais, para efeitos de com‑
participação do medicamento;
– Incluir a gravidade da patologia no indivíduo com crité‑
rio para a determinação da comparticipação
– Desenvolver mecanismos de proteção aos cidadãos
vulneráveis sob a perspectiva económica
– Criar políticas para incrementar a literacia e a respon‑
sabilização do cidadão;
– Considerar copagamentos determinados pelo nivel de
rendimentos e de consumo de medicamentos.
GT Prescrição, Dispensa e Utilização do Medicamento
de Ambulatório
– Associar a emissão de guidelines de prescrição a um
modelo de análise de resultados e feedback aos prescri‑
tores, num processo de melhoria contínua de prestação
de cuidados;
– Promover o tratamento, análise e divulgação efecti‑
va da informação de prescrição, por forma a permitir,
designadamente, avaliar a qualidade da prescrição em
termos de resultados em saúde;
– Garantir que existe uma partilha de informação por
parte dos diferentes intervenientes no sistema de saú‑
de, através de alterações à Plataforma de Dados de
Saúde, por forma a potenciar o seu valor em termos de
ganhos em saúde;
– Promover o papel activo das farmácias na prestação
de serviços ao cidadão, nomeadamente na melhoria da
utilização do medicamento;
– Promover a colaboração entre médicos, farmacêu‑
ticos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais de
saúde através de métodos de trabalho partilhados e de
formação integrada;
– Aumentar a literacia da comunidade em geral, e do
doente em particular, para alcançar melhores resulta‑
dos em saúde;
– Promover o compromisso do doente na adesão à te‑
rapêutica.
GT Medicamento Hospitalar
– Centralizar a decisão do acesso ao medicamento;
– O orçamento do medicamento deve ser de base na‑
cional;
– Garantir que o modelo de financiamento hospitalar
acompanhar a evolução tecnológica;
– Avaliar formas adicionais de reunir fundos para o fi‑
nanciamento a inovação;
– Avaliar a aplicação de modelos de partilha de risco;
– Pensar um modelo europeu de acesso ao medica‑
mento.
SOLUÇÕES EUROPEIAS NA POLÍTICA DO
MEDICAMENTO
GT Soluções Europeias na Política do Medicamento
– Estabelecer as bases para a criação de um modelo de
tiered pricinig
;
– Criar um sistema efectivo de diferenciação de preços.
A embaixadora de Cuba em Portugal, Johana Tablada de
la Torre, deslocou‑se, no dia 5 de Novembro, à Unidade
Local de Saúde (ULS) do Litoral Alentejano, numa visi‑
ta em que participou também o bastonário da Ordem
dos Farmacêuticos (OF), o presidente da Administração
Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, José Robalo, o
presidente do Conselho de Administração da ULS do
Litoral Alentejano, Jorge Sanches, e o administrador da
referida ULS, Francisco Velez Roxo.
Responsáveis apelaram ao reforço do contingente de médicos cubanos na região
Bastonário acompanhou visita da embaixadora
de Cuba à ULS do Litoral Alentejano
A embaixadora e o presidente da ARS do Alentejo enal‑
teceram publicamente o papel do bastonário da OF na
resolução de divergências na aplicação do modelo de
financiamento acordado entre o Estado cubano e a ULS
do Litoral Alentejano referente à colaboração de profis‑
sionais de saúde cubanos naquela unidade. Estes dois
responsáveis manifestaram também a disponibilidade
para reforçar o contingente de médicos cubanos em
Portugal, designadamente naquela região do País.